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Ambulatório do SUS economiza 43% de energia com retrofit da iluminação

Abaixar o custo operacional fixo hospitalar. Esta foi a meta do projeto de retrofit de iluminação do Centro de Referência do Idoso da Zona Norte – CRI Norte, situado no bairro do Mandaqui, Zona Norte da cidade de São Paulo.

O CRI Norte é um ambulatório de atenção secundária com foco no atendimento ao idoso e é uma parceria entre o Governo do Estado de São Paulo e a Associação Congregação de Santa Catarina.

O estudo, conduzido pela área técnica do ambulatório, pretendia reunir redução da conta de energia elétrica com mínimos danos ambientais.

Nesta primeira etapa, foram instaladas 548 lâmpadas tubulares Extreme LED da Lâmpadas Golden de 10W que substituíram as tubulares fluorescentes de 16W (o que devido ao consumo do reator equivale a 17,60 W). A troca proporcionou uma redução do consumo mensal de energia de 9.644W para 5.480W, totalizando uma economia de 43,18%.

A iniciativa levou em consideração aspectos como retorno de investimento e durabilidade do produto. Com uma durabilidade de 7,83 anos, o pay back ocorrerá em 1 ano e 8 meses, a partir do que o valor economizado na conta de energia poderá ser aplicado em outros recursos. Além disso, com a troca da tecnologia cerca de 1.900 lâmpadas deixarão de ser trocadas, o que significa redução do custo com manutenção e menor geração de lixo.

“A economia gerada com a substituição das lâmpadas paga o próprio investimento rapidamente e reduz, em seguida, o custo operacional diretamente”, explica o diretor da Divisão LED da Lâmpadas Golden, Ricardo Cricci.

Aliás, a preocupação com o descarte foi outro aspecto de relevância neste contrato, que exigiu da Golden o recolhimento dos produtos retirados e seu encaminhamento a uma empresa recicladora especializada no aproveitamento dos componentes das lâmpadas.

Os produtos com tecnologia LED adotados foram aplicados em sua totalidade nos corredores e recepções do CRI Norte, que possui 5.600 m2 voltados à saúde do idoso. Na unidade são realizados anualmente cerca de 75 mil atendimentos médicos, 78 mil atendimentos de reabilitação, 2 mil atendimentos odontológicos, 19 mil serviços de apoio diagnóstico e terapêutico, além dos mais de 70 mil atendimentos do Centro de Convivência.

Com tanta atividade e considerando que as lâmpadas ficam acesas diariamente, por pelos menos 12 horas, foi necessário adotar uma solução em iluminação que reunisse eficiência e sustentabilidade, mas também capaz de garantir uma boa visualização, sem causar fadiga ou cansaço às pessoas que por lá circulam. “Neste aspecto, a tecnologia LED também é a melhor alternativa, visto que permite um maior aproveitamento da luz por não haver perda de fluxo luminoso”, acrescenta Cricci. O produto ainda dispensou a troca da maioria das luminárias, se adaptando perfeitamente às já existentes, com o benefício adicional de dispensar o uso de reatores.

A próxima etapa, ainda em estudo, contempla a troca das fluorescentes tubulares de 32 W.


Fotografia: Rubens Campo