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Celena realiza retrofit em 66 unidades do Grupo Comolatti

Quem entra na unidade da Cofipe Iveco do bairro Canindé, zona norte de São Paulo, nem desconfia da verdadeira transformação pela qual o local passou. Isso acontece porque as grandes mudanças ocorreram lá no alto, mais precisamente no teto. Nos últimos meses a loja, localizada na Av. Pres. Castelo Branco, 3333, recebeu um retrofit completo da sua iluminação desenvolvido e aplicado pela Celena.

O projeto, na verdade, fez parte de um contrato de 66 retrofits desenvolvidos pela Celena em parceria com o Grupo Comolatti, em uma relação que começou durante a concorrência para modernizar a iluminação de apenas uma unidade localizada no Rio de Janeiro.

"Eu montei o cálculo de retorno e a proposta de orçamento. Quando fui aprovar junto à diretoria do grupo, o diretor disse que, caso o retorno previsto fosse concreto, ele gostaria de aplicar na rede toda", lembra Daniel Feldman, gestor comercial da Celena. Não demorou muito para que os projetos propostos pelos especialistas em iluminação saíssem do papel direto para o teto das unidades Comolatti.

Visando garantir todo o retorno proposto, o Grupo Comolatti optou por confiar todas as etapas do processo à Celena, uma prática também conhecida como turn key em que a empresa fica totalmente responsável pelo projeto, incluindo a concepção, planejamento, execução, seleção dos produtos, instalação e atualização das plantas as built.

Foi com esse cuidado que a Cofipe Iveco do Canindé passou pela substituição de seis produtos diferentes. As oito pétalas para poste, que antes funcionavam com lâmpadas de vapor de sódio com 250W, deram lugar à Square Eco da linha High Way Lighting de 100W. Do lado de dentro, as instalações High Bay de vapor metálico, de 400W, foram substituídas pela High Bay Prisma 2 de apenas 150W, ou seja, 62% de economia.

A versão menos potente, a High Bay Prisma de 100W, supriu a necessidade das 156 unidades da High Bay de vapor metálico de 250W. Já as lâmpadas fluorescentes comuns de rosca, com 85W, foram substituídas por opções em LED de alta potência, de 40W, em 45 pontos de instalação.

A maior troca ficou por conta das 310 lâmpadas tubulares de 32W que deram lugar à opção mais eficiente de apenas 18W, ou seja, uma redução de 44%. Já os 12 projetores externos, antes de 400W, com a nova instalação, permitem a mesma qualidade de iluminação com apenas 120W.

"Nessa unidade do Canindé foi feito um investimento que segundo o nosso cálculo, terá o payback em apenas 10 meses", explica Daniel. "Ao fazer a substituição para a tecnologia em LED, nós procuramos oferecer produtos que apresentavam a mesma equivalência em relação à iluminação. Porém, como as lâmpadas instaladas já não apresentavam toda a sua capacidade, muitos clientes acreditam que, além de economizar, a iluminação ficou até melhor após a troca".

Ao levar em consideração todo o projeto desenvolvido em território nacional, o gestor acredita que a Comolatti já economizou cerca 26% do gasto total com energia elétrica diante do trabalho em iluminação desenvolvido pela Celena. Para atingir esse objetivo, foi necessário muita atenção e dedicação dos especialistas.

"Desde o dia 9 de junho eu tenho feito reuniões semanais de duas horas cada para conferir cada aspecto da proposta", relata Daniel Feldman. "São essas horas trabalhadas no pós-venda as mais importantes para o trabalho ser concluído sem ruído negativo."

O projeto iniciado em julho, chegou ao fim em outubro com a entrega das plantas as built, que relatam todas as atualizações de iluminação promovidas nos edifícios. Em menos de um ano, o Grupo Comolatti vai enxergar de maneira bem iluminada os benefícios de se apostar em eficiência luminosa.

"Para iluminação de interiores, o payback de uma instalação em LED é de no máximo dois anos", garante Daniel Feldman. "A energia no Brasil é cara, a cada ano que as empresas deixam de fazer essa substituição, elas estão perdendo dinheiro. Hoje isso é indiscutível".